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ACIMG recebe representantes do comércio guaçuano preocupados com o cenário de fechamento

O comércio guaçuano se fecha novamente e complica a realidade de muitas empresas e trabalhadores

Ontem (24) uma comissão de representantes de vários comércios se reuniram com Sonia Zanuto, presidente da ACIMG (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu) e com o superintendente Adenilson Junior dos Reis, para tratar da sensível questão do novo fechamento do comércio.

Durante a conversa, os dirigentes das Lojas Cem, Magazine Luiza, Casas Bahia e Magazine Chohfi expuseram a difícil situação pela qual os estabelecimentos têm passado. Um pedido feito por eles é algum tipo de flexibilização para atender situações específicas como recebimento e assinatura de contratos. Em um ambiente em que cliente e estabelecimento possam ter maior comodidade e segurança, não ficando assim suscetíveis a furto ou roubo. Este tipo de sugestão tem sido feita também por outros empresários de vários segmentos.

Outro ponto discutido foi a situação dos funcionários, que já tiraram férias, já participam das alternativas lançadas pelos programas governamentais, assim não há mais atitudes para tomar. Se o cenário permanecer como está, as demissões começarão a acontecer, pois as empresas já não estão conseguindo manter o quadro atual.

“Nós estamos aqui para pedir uma ajuda no diálogo com o poder público, para que saibam como o cotidiano está difícil. Gostaríamos que entendessem a realidade, já fizemos tudo o que podíamos. Queremos evitar desemprego. Pedimos que analisem de forma mais flexível, que observem a nossa realidade”, comenta Gustavo Henrique, gerente da Lojas Cem.

Após o encontro com os gerentes, a presidente e o superintendente se reuniram com a diretoria da Associação Comercial para discutir qual será o posicionamento da entidade na reunião que acontecerá na próxima semana e discutirá a reabertura dos comércios autorizados na fase 2 do Plano São Paulo, do governo estatual.

“A Associação manifesta-se contrária às medidas de fechamento dos comércios não essenciais até o dia 30 de junho. Esperamos que o poder público não tome a atitude de prorrogar o fechamento, visto que o comércio já foi prejudicado em sete dias na adoção do Plano São Paulo, quando a cidade foi inserida na fase 2, que permitia a abertura das atividades não essenciais a partir do dia 01 de junho. Mas o poder público autorizou esta reabertura apenas a partir do dia 08. Não é justo colocar na conta dos empresários, a responsabilidade pelo aumento no número de casos. O comércio guaçuano já vem sofrendo desde o mês de março com este fechamento e a curva de contágio não se estabilizou. Várias empresas e empregos já foram sacrificados e muitos ainda serão, caso as atividades comerciais não retornem. Entendemos que deve haver um esforço conjunto entre população, empresários e poder público, uma campanha de conscientização mais ativa e efetiva no sentido de que as pessoas saiam de casa, seja para compras no comércio essencial ou não essencial de forma consciente, prudente e segura”, este é o posicionamento da diretoria da ACIMG.

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