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Comércio fecha novamente a partir de amanhã, somente as atividades essenciais estão liberadas

O aumento no número de casos da Covid-19 no município foi responsável pela medida

Somente as atividades essenciais funcionarão em Mogi Guaçu, a partir de amanhã (24). Os segmentos do comércio da fase 2, que foram permitidos pelo Plano São Paulo, voltarão a ficar fechados até a próxima terça-feira (30), quando o COE (Centro de Operações de Emergências da Saúde) se reunirá novamente com representantes do comércio para nova resolução.

O horário de atendimento para os serviços essenciais continua o mesmo: 08 horas por dia, no horário habitual.

A aglomeração de pessoas em locais públicos foi responsável por esta medida tomada pelo COE, pois a curva de contágio da Covid-19 aumentou e para conter a disseminação da doença esta medida se faz necessária.

A maioria das pessoas está se movimentando sem necessidade, isto pode ser visto nos resultados que o comércio está atingindo. Os números de vendas da última semana não refletiram a quantidade de pessoas que estiveram presentes no centro da cidade quando vários comércios foram liberados a funcionar. Por isso cabe à população fazer sua parte e sair de casa quando for extremamente necessário.

 “A Associação está muito descontente com a medida, pois o comércio fez tudo o que cabia a ele fazer, a população que não fez e não está fazendo sua parte. Esta medida de fechar novamente o comércio pune a própria população, pois infelizmente muitas lojas vão encerrar suas atividades e o desemprego vai aumentar. Por isso é importante a população se conscientizar e ficar em casa, para além de salvar vidas, garantir a atividade econômica do município”, comentou Adenilson Junior dos Reis, superintendente da ACIMG (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu).

Atividades essenciais que poderão funcionar com as portas abertas a partir de amanhã:

-Supermercado, mercado, hipermercado, mercearia e açougue;

-Produtos e serviços de limpeza;

-Manutenção e zeladoria;

-Farmácia;

-Posto de Combustível;

-Agropecuária e pet shop;

-Atividades envolvidas diretamente com a área de saúde;

-Banca de jornais;

-Comunicação social;

-Serviços postais;

-Serviços funerários;

-Floricultura;

-Banco e lotérica;

-Materiais para construção (comércio de tintas, material elétrico, hidráulico, vidraçaria, ferragens, madeiras e materiais hidráulicos);

-Construção civil;

-Ótica;

-Oficina mecânica, borracharia, autoelétrica e autopeças;

-Serviços de segurança privada;

-Transporte coletivo, locadora de veículos, transporte por táxi ou aplicativo;

-Estacionamento exclusivamente para guardar veículos;

-Logística e transportadoras;

-Lavanderias;

-Prevenção, controle e erradicação de pragas;

-Produção agropecuária;

-Venda de gás de cozinha;

-Assistência técnica em telecomunicações e eletroeletrônicos;

-Hotel.

Os serviços essenciais bares, lanchonetes e restaurantes poderão funcionar no sistema de entrega e retirada de produtos.

As indústrias também poderão funcionar, com a exigência de respeitar a lotação de 30% da capacidade de seus restaurantes.

Atividades não essenciais

As atividades não essenciais poderão funcionar internamente, com portas fechadas, sem atendimento público direto e com medidas sanitárias o uso do álcool em gel e obrigatoriedade do uso de máscaras. As vendas de produtos poderão ser feitas por canais de comunicação, como redes sociais e telefone. Os produtos poderão ser entregues por meio de serviços de entrega em domicílio e retirada na loja, mas neste caso, o cliente não sairá do carro, ele simplesmente receberá o produto no veículo, que será entregue por funcionários ou proprietários do estabelecimento.

Estes estabelecimentos não poderão funcionar à meia porta e não poderão abrir espaço para recebimento presencial, precisará disponibilizar um número de conta para depósito ou alguma medida com este fim.

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