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O Plano São Paulo mantém a fase de transição em todo o Estado. Porém, a capacidade de ocupação dos estabelecimentos subiu de 30% para 40%. A mudança começa a valer a partir do dia 24 e vai até 31 de maio. Para saber se haverá mudanças em Mogi Guaçu é necessário aguardar a publicação do decreto. 

O comunicado foi feito hoje (19), pelo governador João Dória (PSDB), durante coletiva de imprensa. Dória também adiantou que a partir de junho, o Plano passará para uma nova etapa, o horário será estendido por mais uma hora. Assim, as atividades poderão funcionar das 06h às 22h, com 60% da capacidade de ocupação e toque de recolher das 22h às 05h.

A manutenção da fase acontece perante a escalada de crescimento no número de ocupação dos leitos de UTI no Estado, que passou de 79% para 85%. Esse aumento levou o Centro de Contingências a pedir o aumento da testagem para sintomáticos em todos os municípios paulistas.

Estes são os números de ocupação nos DRS (Departamento Regional de Saúde) paulistas: Araraquara: 92,8%, Barretos: 96,6%, Bauru: 92,7%, Franca: 91,2%, Marília: 94,7%, Presidente Prudente: 92%, Registro: 92,6%, São João da Boa Vista: 90,4% e Ribeirão Preto: 91%.

“A nova atualização do Plano São Paulo está sendo bastante contida. O governador está liberando as atividades aos poucos, mas este movimento está sendo positivo, pois assim a população e os consumidores entendem que ainda estamos em pandemia e que é necessário tomar cuidado. Mas as compras, a rotina, a normalidade, estão acontecendo com segurança e responsabilidade”, comentou o superintendente da ACIMG, Adenilson Junior dos Reis.

Funcionamento das atividades entre 24 e 31 de maio

  • Atividades comerciais: atendimento presencial entre 6h e 21h;
  • Atividades religiosas: atividades presenciais individuais e coletivas;
  • Serviços gerais (restaurantes, cultura, salões de beleza, academias): Atendimento presencial entre 6h e 21h;
  • Até 40% da capacidade de ocupação dos estabelecimentos;
  • Toque de recolher de 21h às 5h;
  • O teletrabalho é recomendado para atividades administrativas não essenciais e o escalonamento de entrada e saída em todas as atividades econômicas.

Imagem: Site do governo Estadual