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No varejo, julho ruim, ano em alta

As vendas do comércio varejista restrito caíram 1,1% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com julho do ano passado, sem ajuste sazonal, as vendas recuaram 0,9%. No entanto, no acumulado de 2014 até julho e nos últimos doze meses, a pesquisa aponta alta de 3,5% e 4,3%, respectivamente.
Já no varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas subiram 0,8% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal, e caíram 4,9%, sem ajuste, em relação a julho de 2013. O índice de média móvel trimestral do varejo restrito caiu 0,6% no trimestre encerrado em julho. No varejo ampliado, caiu 1,1%.
A queda em julho ante junho foi puxada por resultados ruins em quatro dos oito segmentos pesquisados, explicou o IBGE. O recuo mais intenso foi observado em móveis e eletrodomésticos, com vendas 4,1% menores. Trata-se da segunda taxa negativa consecutiva, pois o setor havia registrado retração de 4% em junho ante maio.
Na área de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, a retração foi de 1,3% e setor vinha de uma alta de 0,5% na comparação de junho com maio. Também registraram vendas menores nos mesmos períodos comparados os setores de tecidos, vestuário e calçados (-0,1%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,4%), ambos a segunda taxa negativa seguida.
Os resultado positivos vieram das áreas de combustíveis e lubrificantes (+0,8% em julho ante junho), equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (+0,9%) e livros, jornais, revistas e papelaria (+2,1%), todos se recuperando de um recuo no mês anterior. O segmento de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria apresentou estabilidade.

Diário do Comercio

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Geração de emprego cresce 0,25% em agosto

Em agosto, foram gerados 101.425 postos formais de trabalho no Brasil, resultado de um total de 1.748.818 admissões ante às 1.647.393 demissões registradas no mês. Isso representa um crescimento de 0,25%, na comparação com o mês anterior (julho). No mesmo mês (agosto) de 2013, foram criados 162.160 empregos com carteira assinada.
Os dados constam do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira, 11, pelo Ministério do Trabalho.
Conforme o ministério, o resultado de agosto é o melhor dos últimos três meses. O saldo de empregos gerados durante o ano está em 751.456 (expansão de 1,85%). Nos últimos 12 meses, foram criados 698.475 postos de trabalho (incremento de 1,72%). Entre janeiro de 2011 e agosto de 2014, foram gerados 5.631.534 empregos.
Segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o resultado positivo era esperado pelo governo federal, que mantém a projeção de 1 milhão de empregos a serem gerados em 2014. “Tudo que dissemos está acontecendo”, disse. “Já tínhamos indicadores de que iríamos melhorar a partir deste mês. É o que os dados estão confirmando hoje, ao contrário do que tem sido especulado, principalmente pela imprensa”, ressaltou.
Ele destacou que o país tem conseguido manter um modelo que sustenta o emprego com ganhos reais de salário, ao mesmo tempo em que mantém a economia irrigada. Argumentou que, se há uma diminuição no ritmo de contratação na comparação com anos anteriores, é porque o país vive uma situação de pleno emprego. Antes, lembrou o ministro, havia mais espaço para crescimento. “Agora, com o pleno emprego, o resultado, apesar de menor, é positivo”.
“Não se gera 101 mil empregos por acaso. Não se trata de pesquisa de cunho pessoal, como outras que têm sido apresentadas, que têm por base opiniões [subjetivas] e projeções feitas por pessoas. O que estamos apresentando aqui são dados reais sobre o números de empregos gerados. Dados fornecidos pelas próprias empresas”, argumentou o ministro.
Dos oito setores da atividade econômica pesquisados, seis apresentaram bom desempenho em agosto, segundo o ministério. O destaque ficou com os setores de serviços, que geraram 71.292 novos postos de trabalho; de comércio (40.619); e de construção civil (2.239). A indústria da transformação registrou declínio de 4.111 postos. No entanto esse número representa, conforme o ministro, “desaceleração no ritmo de queda”, se comparado ao resultado apresentado nos meses anteriores (diminuição de 27.472 e de 15.392 postos em junho e julho, respectivamente).
Todos os ramos do setor de serviços apresentaram crescimento, conforme os dados. O destaque ficou com os de ensino (mais 22.409 postos criados); alojamento e alimentação (18.711); comércio e administração de imóveis (14.916); serviços médicos e odontológicos (11.023); transportes e comunicações (3.092); e instituições financeiras (saldo de 1.141 novas vagas).
Segundo o ministro Manoel Dias, a perda de 9.623 postos de trabalho no setor agrícola se deve a motivos sazonais. “Certamente este será um setor que apresentará melhores números em setembro e outubro”, comentou. Acrescentou que todos os acordos coletivos tiveram aumento real de 10% acima da inflação.
Agência Brasil.

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Atividade econômica sobe 1,5% em julho, maior alta mensal desde 2008

A atividade econômica apresentou crescimento em julho, depois de dois meses seguidos de retração. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) teve crescimento de 1,5%, em julho. Em junho, a queda ficou em 1,51% e, em maio, em 0,46%, de acordo com os dados revisados divulgados nesta sexta-feira, 12, pela autoridade monetária. Esse foi o maior crescimento mensal desde junho de 2008 (3,32%).
Em relação a julho de 2013, houve expansão de 5,28%, de acordo os dados sem ajustes para o período.
De janeiro a julho, a atividade econômica ficou praticamente estável, com crescimento de 0,07%. Em 12 meses encerrados em julho, a expansão ficou em 1,14% (dado ajustado para o período).
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.
Agência Brasil.

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Diga adeus às DÍVIDAS e prepare uma RESERVA para 2015

A pouco mais de três meses para o fim de 2014 é hora de fazer um planejamento para entrar no próximo ano com as contas no azul. Na verdade, isso pode ser feito em qualquer época, mas neste momento é preciso dar um destino para o dinheiro extra de fim de ano, como o décimo-terceiro salário e demais abonos e bônus. Especialistas dizem que o ideal é planejar o que fazer com os recursos antes que entrem na conta-corrente já que, quem espera, acaba gastando tudo com pouco ou nenhum critério. E desse jeito acaba esquecendo que, depois do fim do ano, vem aquela ressaca de ano-novo para o bolso: os gastos extras com rematrícula e material escolar e principalmente o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

A prioridade do décimo-terceiro – que já começou a cair na conta dos aposentados pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) em agosto e que começa a ser pago para a maioria dos trabalhadores nos próximos meses – vai depender da situação de cada um. Pode ser usado para quitar dívidas, iniciar uma reserva para emergência ou mesmo para a realização um projeto em 2015.

Quem estiver muito endividado, ou com a renda muito comprometida com prestações de bens de consumo pode aproveitar o recurso para quitá-las. “É preciso colocar tudo no papel. Quando o total de parcelas contraídas em compras já chega a 50% do ganho líquido, a pessoa não consegue mais honrar os pagamentos”, diz Reinaldo Domingos, educador financeiro e presidente da DSOP Educação Financeira. Ele recomenda, neste caso, a metodologia de faxina financeira, na qual é preciso reunir a família e fazer uma avaliação das despesas e receitas líquidas, para então definir metas de economia e sonhos. “O mais importante é que, junto com a faxina, a família estabeleça quanto poupar para realizar sonhos em prazos curto (um ano), médio (de um a dez anos) e longo (mais de dez anos)”, afirma. Segundo Domingos, quem precisa economizar deve começar evitando o desperdício de energia elétrica e água. Segundo pesquisa do Instituto Data Popular, a redução nas contas de consumo (luz, telefone, água e gás) tem sido a principal estratégia de quem está com o orçamento apertado. O levantamento, feito com 2.004 pessoas da classe C em julho, mostra que 81% reduziram estes gastos. Para 69% dos entrevistados, está difícil pagar as contas e nove em cada dez pessoas disseram que não conseguem comprar hoje, com o mesmo valor, o que consumiam no ano passado. Marcio Falcão, gerente de Novos Negócios do Data Popular, avalia que a inflação, mesmo dentro do teto da meta, está afetando o orçamento do consumidor, principalmente por causa da alta nos preços dos alimentos.

As dívidas com taxas de juros altas, como o cheque especial e o rotativo do cartão de crédito, devem ser prioridades de quem recebe as gratificações de Natal, segundo Wilson Muller, consultor de finanças do Vida Investe (programa da fundação Cesp). “O ideal é relacionar todos os parcelamentos e descobrir a participação deles no salário líquido (sem impostos e contribuições). O ideal é que a parcela de bens de consumo não ultrapasse mais do que 10% da renda mensal. Isso considerando também quem já tem 30% da renda comprometida com financiamento imobiliário”, aconselha.

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ACIMG torna-se parceira do COE na comunicação sobre o novo coronavírus

O Ministério da Saúde divulgou hoje (18) pela manhã, os dados sobre a proliferação do novo coronavírus (Covid-19). De acordo com a pasta há 291 casos confirmados. O estado de São Paulo continua com o maior número de infectados no país, por enquanto são 164 e 5.047 casos suspeitos. Mogi Guaçu continua com dois casos a serem confirmados. O Ministério da Saúde criou o aplicativo Coronavirus SUS para tirar todas as dúvidas da população e manter informações atualizadas sobre o vírus. O aplicativo está disponível tanto para Android quanto para IOS.

Durante a coletiva de imprensa online, o ministro da Saúde Luiz Henrique Mandeta disse que o país vai enfrentar três meses de crescimento e proliferação do vírus (abril, maio e junho) e que depois deste período a situação começará a se normalizar se a população estiver com a imunidade fortalecida.
A Prefeitura de Mogi Guaçu criou o grupo de trabalho COE (Centro de Operação de Emergências em Saúde Pública), quem está à frente dele é, naturalmente, a Secretaria de Saúde, que está deslocando profissionais da saúde com diversas especialidades para trabalharem contra a proliferação do vírus na cidade.
Para que este trabalho obtenha êxito, o COE está buscando parcerias com atores locais, como a ACIMG (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu), que hoje pela manhã participou de uma reunião com representantes do Comitê. A Associação responsabilizou-se por informar o comércio, o setor de serviços, agricultura e indústria sobre os procedimentos a serem tomados frente a pandemia.

“Isolamento social é básico, é fundamental para conter a propagação do vírus. Os idosos são , hoje, o grupo mais vulnerável. Quanto menor o contato, maior a chance de eles se manterem ilesos”, comenta a médica sanitarista, Sandra Fernandes Maciel.

Medidas para evitar contágio pelo Covid-19
Os idosos são um grupo muito vulnerável, portanto, quanto menos expostos eles ficarem maior a probabilidade de não se contaminarem. Por isso, é importante que eles não saiam de casa.

Comércio
O comitê indicou algumas medidas a serem tomadas para evitar aglomeração de pessoas, evitando assim o sucesso da proliferação do vírus.
O horário de funcionamento do comércio de rua pode ser mantido normalmente. Já o horário de atendimento no shopping Buriti e nos Boulevares será das 12h às 20h.
Nos dois casos a equipe da saúde orientou para que haja revezamento de funcionários para evitar aglomeração de pessoas em ambientes fechados. Pois assim, mantém-se o movimento do comércio, porém, com uma margem maior de segurança.
A Associação orienta para que se diminua o contato e aglomeração de pessoas. Para isso indica realização de atendimento on-line e entrega de produtos para os clientes, evitando assim deslocamentos. Isto vale tanto para vestuários quanto para gêneros alimentícios.
“O comércio não fechará até segunda ordem, porém devemos fazer revezamento de funcionários, trabalhando com quadro reduzido evitando aglomerações. Haverá impacto financeiro mas faremos o que é certo e continuaremos trabalhando só que remotamente e vamos intensificar a divulgação de nossos produtos e realizaremos atendimento em redes sociais e atendimento on-line.

A presidente ainda indica que os empresários tentem renegociar com seus fornecedores o não faturamento de mercadorias já encomendadas, para que se diminua o déficit no caixa para os meses que estão por vir.

Seguem abaixo algumas orientações pertinentes sobre o Covid-19:

Grupo de risco
Pessoas acima de 70 anos;
Portadores de doenças crônicas;
Portadores de pressão alta descontrolada;
Portadores de diabetes descompensada;
Pessoas com insuficiência cardíaca renal;
Portadores de doenças que comprometem o sistema imunológico;
Fumantes.

Sintomas
Os sintomas são semelhantes ao de gripe comum. No entanto, ao perceber sintomas de febre, tosse e falta de ar, combinados, é necessário procurar atendimento médico. Em casos graves, os portadores da doença podem desenvolver pneumonia, insuficiência renal.

Contaminação
Gotículas de saliva por meio de espirro e tosse, além de superfícies contaminadas e proximidade com pessoas doentes.

Diagnóstico
O diagnóstico é feito por meio de um teste de laboratório chamado PCR, que identifica o vírus baseado em sua impressão digital genética.

Tratamento
Ainda não existe tratamento ou vacina para o Covid-19.

Como se prevenir
Cobrir boca e nariz ou utilizar o cotovelo flexionado ao tossir ou espirrar;
Evitar contato com pessoas doentes;
Utilizar máscara cirúrgica para evitar contágio;
Lavar as mãos regularmente e da forma correta;
Utilizar álcool em gel;

Evitar contato com animais silvestres;
Cozinhar produtos de origem animal que será utilizado para consumo;
Alimentação saudável;
Evitar aglomerações e locais fechados.

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Covid-19 e seus reflexos no cotidiano guaçuano

A Prefeitura de Mogi Guaçu criou o grupo de trabalho COE (Centro de Operação de Emergências em Saúde Pública), quem está à frente dele é, naturalmente, a Secretaria de Saúde, que está deslocando profissionais da saúde de diversas especialidades para trabalharem contra a proliferação do Covid-19 (novo coronavírus) na cidade. A ACIMG (Associação Comercial e Industrial de Mogi Guaçu) está trabalhando em parceria com o grupo de trabalho para informar a população e os empresários locais sobre o vírus.

As pessoas do grupo de risco, especialmente os idosos, precisam tomar cuidados quanto à exposição à aglomerações por se tratar de um grupo vulnerável. Por isso, é importante que eles não saiam de casa e que mantenham boa alimentação para equilibrar a imunidade.
De acordo com publicação da Agência Fapesp, pesquisadores das universidades USP, Unesp e UFABC, por meio de análise de dados, indicaram que o número de casos do Covid-19 dobra no País a cada 2,5 dias.

Por isso as autoridades estão indicando que as pessoas não saiam de casa, especialmente o grupo de risco, para que sem aglomerações, o vírus não se dissemine com tanta facilidade. Este método foi uma das medidas utilizadas pela China, que conseguiu controlar a pandemia e hoje registra apenas casos de pessoas que chegam ao País, e não por meio de contaminação local.
“Isolamento social é básico, é fundamental para conter a propagação do vírus. Os idosos são hoje, o grupo mais vulnerável. Quanto menor o contato, maior a chance de eles se manterem ilesos”, comenta a médica sanitarista, Sandra Fernandes Maciel.

Orientações pertinentes para o comércio adotar

O comitê indicou algumas medidas a serem tomadas para evitar aglomeração de pessoas, evitando assim o sucesso da proliferação do vírus.
– O horário de funcionamento do comércio pode ser mantido normalmente, porém, a equipe da saúde orientou para que haja revezamento de funcionários para evitar aglomeração de pessoas em ambientes fechados. Pois assim, mantém-se o movimento do comércio, porém, com uma margem maior de segurança.
– Outra indicação é a realização de atendimento on-line e entrega de produtos para os clientes, evitando assim deslocamentos. Isto vale tanto para vestuários quanto para gêneros alimentícios.
– Muitos portadores do vírus são assintomáticos, por isso é importante manter a distância de, pelo menos, 1m30 e sair de casa somente em caso de necessidade extrema.
“Todos os empresários devem olhar para sua realidade, como está seu fluxo de vendas, como está a condição psicológica de seus funcionários, suas vendas estão compensando o custo de ficar abertos? Todos devem fazer este questionamento”, afirmou o superintendente da ACIMG, Adenilson Junior dos Reis.

Posto Sebrae Aqui da ACIMG suspende atendimento

O Posto Sebrae Aqui instalado na Associação Comercial está com atendimento suspenso por tempo indeterminado.
Em casos de dúvidas, usuários do Posto podem recorrer aos canais de comunicação remotos:

-www.sebrae.com.br
-0800 570 0800

*Com informações da Agência Fapesp- Ricardo Zorzetto